
-A iniciativa busca valorizar o exercício da advocacia perante o STF; STJ; TST;TSE;STM –
A presidente do Instituto dos Advogados de Pernambuco, Érika Ferraz , tem levado realizações de destaque e pioneirismos ao IAP e acaba de criar , essa semana, a Comissão de Tribunais Superiores que terá o reconhecido professor, escritor e jurista Guilherme Veiga Chaves, como presidente.
“ Essa comissão está em boas mãos e tem como principal função a missão de promover a valorização e o aperfeiçoamento do exercício da advocacia perante o STF- Supremo Tribunal Federal; STJ-Superior Tribunal de Justiça; TST- Tribunal Superior do Trabalho; TSE- Tribunal Superior Eleitoral , STM-Superior Tribunal Militar , além de desenvolver interlocução com o CNJ nas questões pertinentes à atividade profissional”, destaca Erika Ferraz, ao justificar a iniciativa considerada um marco da gestão até aqui.
O tradicional IAP, um dos institutos mais antigos no seu segmento em todo país ( desde 1851) conta em seu funcionamento com mais de 10 comissões temáticas na unidade Pernambuco, para debater ramos específicos do Direito, alguns desses grupos pioneiros em áreas especificas , implementados desde o início da gestão comandada por Ferraz – biênio 2024–2026 e agora na recondução de sua gestão, até 2028, como a Comissão de Direito Digital ; a Comissão de Direito de Família e a Comissão de Direito Comercial.A referida Comissão de Tribunais Superiores tem como vice-presidente a reconhecida Emília Queiroz,Augusto Quaiotti,como secretario Geral, o professor Rodrigo Numeriano e Lauro Castro como integrantes .
Guilherme Veiga tem atuação de destaque nos tribunais superiores , com foco em contencioso estratégico, precedentes e processo civil . É Mestre em Direito pela Unicap), Doutor em Direito Constitucional pelo Centro Universitário de Brasília (CEUB/DF) e especialista em Direito Constitucional Internacional pela Università di Pisa (Itália). É sócio do escritório Gamborgi, Bruno e Camisão Associados Advocacia. Leciona em instituições de ensinos como IBMEC e o Instituto Presbiteriano Mackenzie de Brasília, além de integrar entidades como o Instituto Brasileiro de Direito Processual e a Academia Pernambucana de Letras Jurídicas. É autor e organizador de livros jurídicos voltados para a prática nos tribunais, como “Jurisdição Constitucional Dialógica” e “Exercício da Advocacia perante o STJ”, além de artigos frequentes em portais jurídicos.





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