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Hier Samba


Este domingo (31), será movimentado na Hier Cervejaria, em Boa Viagem. A partir das 16 horas um encontrão daqueles para a moçada tendo como agenda o samba, com as Bandas Sambarrasta, Aí Samba e o Dj Rodz.

No roteiro, os grandes sucessos que embalaram os anos 90. Pedro Barbosa e João Lídio que pilotam o espaço garantem que não faltará Open Bar (de cerveja, Gin e Tônica) e muita animação. Esperam casa cheia.
Fotos: Divulgação
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FPS abre inscrições para seleção de MBA Executivo em Gestão da Saúde


Interessados têm até o dia 4 de setembro; aulas começam em outubro – Foto divulgação A Faculdade Pernambucana de Saúde está com vagas abertas para o MBA Executivo em Gestão da Saúde IMIP/FPS. O evento é destinado a profissionais da área que buscam desenvolvimento de habilidades práticas e gestão da saúde no âmbito público ou privado. Os interessados podem fazer as inscrições até o dia 4 de setembro, através do site processoseletivo.fps.edu.br/mba-gestao-da-saude.
As turmas e inscrições estão abertas, e o início das aulas é em outubro. O corpo docente conta com profissionais de instituições reconhecidas como do IMIP, FPS, Insper, Fundação Getúlio Vargas e Deloitte. Os professores são: Carlos Eduardo Lourenço (doutor em Administração de Empresas), Fábio Viard Tescari (doutor em Administração de Empresas), Sílvio Possa (professor do Insper), e os sócios da Deloitte – Enrico De Vettori, Luis Joaquim e Edson Cedraz.
O curso tem duração de 24 meses e carga horária de 480 horas, sendo dividido em três pilares: gestão de saúde, gestão de negócios e transformação digital. O formato é quinzenal, nas sextas (18h às 22h) e sábado (8h às 17h). Além dos profissionais em saúde, podem participar do MBA também profissionais de segmentos diversos, que desejem desenvolver atividades na área de gestão em saúde.
Entre outros objetivos, o MBA busca desenvolver o debate de ideias e a troca de experiências e conhecimentos entre os participantes; formar líderes visionários e especializados com habilidades técnicas e atuação crítica para analisar cenários do sistema de saúde em âmbito público e privado; além de construir redes de relacionamentos e condições para alavancagem de projetos profissionais, acadêmicos e pessoais.Cronograma
Até 04/09 – Inscrições
12 a 23/09 – Análise do currículo/entrevista
29/09 – Resultado do Processo Seletivo
29 e 30/09 – Recurso do Processo Seletivo
03 a 18/10 – Resultado final do Processo Seletivo e Matrícula
21/10 – Início das Atividades do MBA -
Nova campanha da Odontocape aposta no diálogo com o público jovem


Para a campanha Odontocape de 2022, Anabela Alencar apostou na parceria com a Invisalign. E a sua filha Bárbara Lacet – que além de modelo também é estudante de odontologia e estagiária do Grupo Odontocape é quem atuará pela terceira vez na campanha da empresa para as redes sociais, dialogando diretamente com o público jovem.

A campanha é pautada em apresentar as vantagens do aparelho “do momento” e destaca o quesito da moderna tecnologia por trás do Invisalign. O novo queridinho aparelho para correções é reconhecido entre os ortodontistas por sua eficiência e agilidade nos tratamentos.
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Frio, natureza: Férias no Alaska


O advogado Pedro Henrique Reynaldo, em tempo de férias, com a mulher Gabriela Alves, no Alaska. O Casal está encantado com a descoberta deste destino. Pedro diz que é a primeira vez que viaja para a região considerada um paraíso natural, “ com cidades lindas, preservadas , um paraíso natural”. É o estado menos habitado dos EUA.
Foto: arquivo pessoal
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Festival de Inverno de Garanhuns celebra 30º edição


Abertura do evento, nesta sexta-feira, contou com cerimônia solene no Teatro Reinaldo de Oliveira
O 30º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) começou nesta sexta-feira (15.07) com show de Mariene de Castro e o lançamento do livro Festival de Inverno de Garanhuns – 30 anos, com edição e coordenação dos jornalistas Marcelo Pereira e Michelle de Assumpção, respectivamente.
O governador Paulo Câmara esteve no Teatro Reinaldo de Oliveira, palco da abertura, para prestigiar o retorno deste que é um dos maiores eventos de cultura e arte do País.
“Dois anos de pandemia impediram a realização do Festival de Inverno, mas preparamos uma edição que reforça nossa arte, nossa cultura e as tradições pernambucanas. Fico muito feliz de participar dessa trigésima edição. Tenho certeza de que serão dias de muita alegria, com expressões culturais diversas”, afirmou Paulo Câmara.Com investimentos do Governo do Estado que chegam a R$ 22 milhões, esta edição do FIG vai de 15 a 31 de julho, com mais de 20 polos culturais distribuídos pelo município. Apresentam-se durante o evento mais de 800 atrações artísticas de variadas linguagens. Além de celebrar as três décadas de trajetória, o festival homenageia nomes da cultura pernambucana e nacional.
“É uma grande felicidade poder voltar a realizar este evento, que celebra a cultura de Pernambuco. E celebrar a cultura é também celebrar a vida. Esta edição comemora três décadas do FIG e teremos 17 dias com uma programação intensa e muito fiel à tradição deste que é o maior festival cultural do Brasil”, disse o secretário de Cultura, Oscar Barreto.
Também estiveram presentes os secretários estaduais Marília Lins (Administração), Milu Megale (Turismo e Lazer), Edilazio Wanderley (Desenvolvimento Social, Criança e Juventude) e Alexandre Gabriel (Chefe da Assessoria Especial); o presidente da Perpart, Nilton Mota; o presidente da Cepe, Ricardo Leitão; o presidente do Sistema Fecomércio, Bernardo Peixoto; e o prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino.
Fotos: Hélia Scheppa/SEI
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Instituto Ricardo Brennand promove oficinas de férias


Durante as férias de julho o Instituto Ricardo Brennand, na Várzea, que já foi eleito como melhor museu do país, vai promover atividades e brincadeiras para divertir a garotada. A cada semana uma programação foi preparada especialmente para atender as crianças entre 3 e 7 anos, e também a garotada dos 8 aos 12 anos de idade.Os pais e/ou responsáveis poderão inscrever seus filhos para participarem das oficinas de férias que ocorrerão durante toda a semana, ou em algum dia específico.
Vai ter oficina de cinema com câmara de celular, jogos sensoriais, contação de histórias, oficina de pintura e muito mais.

As inscrições já podem ser feitas no link https://institutoricardobrennand.org.br/index.php/cursos ou através dos contatos (81) 2121. 0352/0365.
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Observatório da Sé terá telescópios disponíveis para quem quiser apreciar a maior superlua do ano


foto: Alkis Konstantinidis/Reuters A programação de férias do Observatório Astronômico do Alto da Sé ganha um ingrediente a mais nesta quarta-feira (13): a maior superlua do ano. Isso acontece quando ela está na fase cheia e atinge o Perigeu – ponto de maior proximidade em relação à Terra. Nesta quarta, o satélite estará a 357.264km do planeta – o ponto mais próximo durante todo o ano. O Observatório estará com telescópios disponíveis para quem quiser observar e fotografar.
Essa é a terceira superlua de 2022. A última aconteceu no dia 14 de junho. A Lua atinge sua fase cheia nas primeiras horas da manhã, e nasce no final da tarde, às 17:20h. Durante a superlua, o nosso satélite aparenta estar até 14% maior e 30% mais brilhante. A desta quarta, por exemplo, parecerá cerca de 7% maior e 16% mais brilhante.
Se as condições meteorológicas forem favoráveis, a superlua será vista durante toda a noite. Mas ela parecerá ainda maior quanto mais estiver próxima do horizonte: ou seja, logo depois de nascer. O Observatório da Sé funciona de 16h às 20h.
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Filósofo português Diogo Sardinha aporta no InstitutoRB para ministrar a XVI do Curso Para Ler


O Instituto Ricardo Brennand, na Várzea, vai promover o XVI Curso de Extensão Para Ler, entre os dias 12 e 15 de julho, sobre Kant e sua Antropologia Política do Povo e a da Cidadania.

Essa edição do Para Ler será ministrada pelo Professor Dr. Diogo Sardinha(foto), que é pesquisador do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, e irá abordar o contato com o livro do filósofo Immanuel Kant: sua Antropologia.
Será apresentado o quanto esse texto da época das Luzes é instigante para pensar, hoje, questões como “o que é um povo?”, “o que é uma nação?” e “o que é cidadania?”. Durante o percurso se tornará evidente a maneira como Kant pensa as diferenças entre povos, grupos e indivíduos que vivem juntos, seja no espaço da “cidade” (polis), seja no espaço do “mundo” (cosmos), e os problemas que essa maneira de pensar levanta.
As inscrições podem ser feitas pelo link l1nq.com/yZjYI . Mais informações pelo contato (81) 2121. 0354.
Confira a programação:
12 de julho de 2022, terça-feira
O povo, suas partes e a exclusão da cidadania.13 de julho de 2022, quarta-feira
A diferença entre o povo, a nação e a canalha.14 de julho de 2022, quinta-feira
Da canalha do povo à cidadania do mundo.15 de julho de 2022, sexta-feira
A populaça selvagem, sua agressividade e irracionalidade.Fotos: Divulgação
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O que o Sistema Nacional de Saúde do Reino Unido tem a ensinar para a gestão em Saúde no Brasil?


Paulo Magnusd, CEO da MV
Acabo de voltar da Inglaterra, onde observei de perto o modelo assistencial público de Saúde. E sabe o que aprendi? Que um sistema setentão ainda tem muito a nos ensinar.
Tornar a Saúde um direito acessível a todos – e não apenas àqueles que podiam pagar por ela – foi a grande motivação para o plano que deu origem aoNational Health Service (NHS) no Reino Unido, lá em 1948 – poucos anos após o fim da 2º Guerra Mundial. Décadas depois, já em 1990, o mesmoNHS inspirou a criação do nosso Sistema Único de Saúde, o SUS, cujo principal mote é assegurar que a Saúde é um direito de todos e um dever do Estado – uma definição que inclusive está na nossa Constituição de 1988.
Recorro a essa breve introdução para fazer uma comparação direta entre o que o NHS e o SUS oferecem, em termos de jornada do paciente e acesso ao sistema.
Diferentes dimensões
Começo ressaltando o alcance de cada um dos sistemas. Dos pouco mais de 67 milhões de habitantes do Reino Unido, apenas 11% (cerca de 7,3 milhões de pessoas) têm acesso à saúde privada. Portanto, 90% são usuários do NHS.
Já no Brasil, o percentual de pessoas com planos de saúde chega a ser o dobro, com o agravante de que os números absolutos são muito maiores do que os ingleses: são mais de 49 milhões de beneficiários, o que representa cerca de 23% de toda a população. E, mesmo entre eles, o acesso ao SUS permanece constante, seja com o Plano Nacional de Imunização ou pela utilização do SAMU – para ficar em exemplos mais corriqueiros.
Mas analisar apenas a diferença de tamanho e de número de vidas atendidas nos dois sistemas invariavelmente é injusto. É certo que o NHS até poderia ser classificado como um modelo pequeno em relação ao alcance do SUS, mas isso não faz jus a sua importância como exemplo de atendimento assistencial promovido. Por isso, me atenho a compreender melhor seus modus operandi.
O NHS, por exemplo, prevê um sistema de assistência hierarquizado, cuja porta de entrada é sempre um médico da família, chamado de GP (sigla em inglês para general practitioner, ou seja, um médico generalista). Uma consulta padrão – como, por exemplo, uma dor no braço – acontece da seguinte forma: o paciente liga para uma central telefônica em um horário do dia pré-determinado – que costuma ser pela manhã – e relata o seu problema a um profissional de Saúde, comumente um enfermeiro. Algumas vezes, a questão pode ser resolvida ali mesmo, com a prescrição de medicamentos que são enviados para a farmácia mais próxima da residência do paciente. Mas em caso de necessidade de atendimento, o GP é que vai retornar ao longo do dia para conversar melhor com o paciente e fazer a anamnese – tudo isso por telefone!
É importante frisar que o GP também realiza todos os pedidos de exames que avalia necessários ao caso e somente quando ele mesmo não consegue evoluir com o tratamento é que o paciente será encaminhado ao especialista, junto com os resultados diagnósticos.
Independentemente da forma de contato, seja ela digital ou presencial, eu entendo que esse é o modelo de atendimento adequado e que, muito em breve, deve se perpetuar no Brasil. No entanto, mesmo com toda a sua experiência nesse tipo de atendimento, o NHS está passando por um ciclo de incerteza, sendo um dos motivos principais, a colocação dos GP para fazerem atividades meramente burocráticas, que poderiam ser substituídas pelo uso da tecnologia para acompanhar toda a jornada do paciente e pelo uso da inteligência artificial para apoiar na triagem e elucidação dos diagnósticos. O agravante é que essas tarefas diminuem o tempo assistencial disponível para cuidar dos doentes.
E imagino que a gente enfrentará algo parecido aí no Brasil. Especialmente porque é o médico de família experiente que vai regular a assistência de saúde de cada cidadão, independentemente de onde ele estiver: seja por meio da Saúde digital ou em consultas presenciais.
Uma equipe atenta
No Brasil, por sua vez, o programa Estratégia Saúde da Família (ESF), criado logo no começo do SUS, em 1994 – com outro nome, é verdade -, usa o mesmo conceito de promoção da atenção primária a partir do trabalho de uma equipe multiprofissional formada por médico de família, especialistas, enfermeiros e auxiliares de enfermagens, além de agentes comunitários. Todos direcionam seus atendimentos para a comunidade e acompanham os casos de doenças crônicas de perto.
E como o modelo tem sido bem-sucedido em seus desfechos clínicos e financeiros, a saúde suplementar tem começado a investir mais para criar seus próprios programas de atenção primáriae oferecer aos beneficiários um atendimento personalizado para a aplicação de uma medicina preventiva de fato. Nesse sentido, cito as operadoras Hapvida e Prevent Senior, juntamente com algumas Unimeds, como as poucas que já conseguiram adotar o modelo de forma bem-organizada.
As demais operadoras de Saúde, no entanto, permanecem oferecendo acesso livremente, ou seja, o beneficiário pode consultar o médico que desejar, a hora que quiser e realizar todos os exames que pedir. Só que esse tal “livre acesso” invariavelmente implica em refação de exames, diagnósticos laboratoriais e de imagem, além de consultas por vezes desnecessárias, multiplicando os já elevadoscustos da Saúde.
Eu entendo, claro, que todo cidadão gosta e busca ter liberdade para fazer o que quiser, até mesmo com a sua própria saúde, mas é preciso que todos saibam que esse ato provoca um custo infindável.
A solução, a meu ver, está justamente na hierarquização do sistema, ou seja, determinar que a porta de entrada da saúde suplementar seja também via médico da família ou por um conjunto de profissionais médicos generalistas responsável por atender um grupo de pessoas de uma mesma comunidade – como acontece na Inglaterra.
O futuro é hierárquico
Imagine então se a saúde suplementar brasileira se inspirasse tanto no NHS quanto no SUS e criasse seus próprios comitês de médicos generalistas para atender grupos de beneficiários? Algumas operadoras estão seguindo esse caminho, é verdade, mas estou me referindo ao sistema como um todo.
Esse tipo de hierarquia a que eu me refiro, se expandiria daquela que já existe hoje no Brasil para a regulação da interação e não se restringiria apenas a aceitar ou negar o procedimento em si. Ao contrário, ela acompanharia o paciente em toda a sua jornada pelo sistema, sempre em busca do melhor desfecho clínico possível.
Todo esse acompanhamento da história clínica do doente passa pela integração de dados pelos sistemas, um movimento no qual o paciente se torna o verdadeiro proprietário de seu dado de Saúde e elege um profissional generalista para acompanhá-lo de perto. Nos últimos anos, temos viajado o mundo entendendo como a tecnologia pode ajudar a salvar vidas. Também notamos como o nosso Global Health, com a integração de toda jornada e a monitoração de todos os dados do paciente, está aderente a tudo que encontramos de melhor no mundo. Somente assim a gestão em Saúde será capaz de oferecer uma melhor assistência a um menor custo possível. Que a gestão da Saúde caminhe nesse sentido.
Em tempo, o NHS está passando por um processo de reorganização, que culminou em um projeto de lei de Saúde e Assistência que está agora passando por leitura na Câmara dos Lordes. Entre os pontos de atenção da nova proposta está justamente o fato de que o sistema pode – pela primeira vez – não ser mais universal. Precisamos estar muito atentos para que tais ações – se aprovadas – não repercutam por aqui. Acompanhe as propostas aqui (em inglês).
Paulo Magnusd é empresário e CEO da MV (Foto Divulgação)
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Dicas de cores que dão amplitude a espaços pequenos


Cores dão profundidade O título e promovem sensação de volume aos lugares. Veja algumas inspirações com cores e acessórios para que seu lar se pareça maior – Fotos Divulgação Recife, julho de 2022 – A definição e posicionamento das cores fazem toda a diferença para conferir amplitude a um cômodo pequeno. Essa sensação de aumento do espaço pode ser trabalhada de diversas maneiras em um projeto décor. É como uma maquiagem facial: realçamos os pontos fortes, disfarçamos pequenas imperfeições, utilizamos brilhos, contrastes, tons claros e escuros para encontrarmos o equilíbrio perfeito. A ideia de promover uma estética maior ao ambiente é a mesma!
Neste sentido, as cores são perfeitas para criar truques que dão volume, afinal elas carregam diferentes níveis de intensidade, brilho e refletividade à luz. Além disso, as cores também têm energia e influenciam no comportamento humano. Dominar as paletas de cores e saber como usá-las, portanto, são pontos-chaves no processo de ”prolongamento” do lar.

Paredes com cor marcante e teto claro
Os tons claros no teto dão profundidade (porque refletem mais a luz) e se diferenciam quando as demais paredes puxam por cor ou cores mais intensas. Essa estratégia de fortalecer as cores em volta e deixar uma tonalidade suave por cima cria sensação de espaço alongado.
O minimalismo é um detalhe precioso no design de interiores: O “quanto menos, melhor” ajuda na circulação, proporciona leveza e combina com a proposta de engrandecer o espaço. Nichos, prateleiras e armários embutidos otimizam a ocupação física. Espelhos trazem profundidade a espaços pequenos e por isso são bem-vindos, principalmente quando posicionados de modo que possam realçar detalhes interessantes da casa.
Tons claros sim, mas sem exageros!
As cores em tons claros e neutros refletem melhor a luz e, consequentemente, colaboram para a sensação de espaço aumentado. Mas nem por isso a casa deverá ser inteiramente branca porque o resultado final pode se assemelhar a uma sala de enfermaria.
As cores claras têm papel fundamental para quem deseja amplificar um espaço pequeno. Os tons bem suaves, como branco, bege, cinza e off-white, podem contar com a companhia de objetos e acessórios que tragam a atenção para si, como um sofá com tonalidade terrosa ou tapete grande com listras finas, que dão a impressão de ambiente mais comprido. A tinta Cipó 1929, da Iquine, é um off-white cheio de naturalidade que valoriza a decoração proposta ao ambiente.

Para quem gosta de cores escuras mas tem medo de usá-las em espaços menores, uma sugestão é pintar apenas parte da parede, como o azul Laguna, da Iquine, que dará um toque de ousadia e sofisticação sem deixar o ambiente pesado.
Tetos Coloridos para disfarçar altura baixa
A utilização de cores que destaquem o teto é uma sacada criativa porque chama a atenção ao olharmos para cima e nos faz esquecer que a altura é baixa. Cortinas presas rente ao teto e acessórios verticais grandes, como quadros, só contribuem para aumentar a sensação de amplitude.
A definição da paleta de cor do teto é muito importante para conseguir essa ilusão de ótica. Se a ideia é disfarçar o teto baixo, invista em tons suaves, como a cor Pequiá 1749, da Iquine, que oferece profundidade ao espaço com um alaranjado brilhante e harmoniza com o verde das plantas e elementos que remetam à natureza presentes no espaço. Evite a pintura com preto ou cores muito escuras, porque refletem pouco a luz e dão pouca profundidade.
Integração de ambientes com a mesma cor
Essa é uma estratégia bem valiosa porque quebra a ideia de bloqueio entre os cômodos. A pintura de dois ambientes com uma mesma paleta de cor traz a sensação de continuidade. No caso de uma cozinha com a sala de estar, por exemplo, a escolha de um piso único para os dois cômodos eleva o conceito de espaço integrado, deixando utensílios com cor diferente da parede para funcionar como divisórias.
Mesas, cadeiras e apoiadores em tons claros geram contraste interessante a um ambiente de cor acolhedora, como a tinta Coco Verde, uma mistura de verde com marrom.
“Mais do que participar ativamente na criação de uma estética maior ao espaço proposto, as tintas contribuem com brilho e proteção contra mofo e bactérias, além de ajudar a disfarçar imperfeições na superfície. Por isso é tão importante definir não somente a cor, mas o tipo de produto. As tintas acrílicas da Iquine, por exemplo, possuem películas anti sujeira, com alta resistência à luz, que deixam as cores vivas por muito mais tempo”, explica Jorge Holanda, Gerente de Relacionamento Técnico do Grupo Iquine.
Sobre o Grupo Iquine
O Grupo Iquine detém a maior indústria de tintas do Brasil com capital 100% nacional e a terceira do país em volume de produção, envolvendo 850 colaboradores diretos. Atuando nos segmentos de tintas imobiliárias e industriais, seus produtos estão presentes em mais de 20 mil pontos de vendas em todo o país. Fundada como Tintas Iquine em fevereiro de 1974, no Polo Industrial de Jaboatão dos Guararapes (Grande Recife), o Grupo Iquine se transformou em um dos maiores do Brasil, consolidando sua marca no mercado nacional através da qualidade de seus produtos. As operações do Grupo Iquine ganharam ainda mais força com a aquisição da Tintas Hidracor, em Outubro de 2020.
O Grupo Iquine é vinculado à Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati), com certificação de Qualidade concedida pelo Programa Setorial de Qualidade (PSQ) e está em conformidade com todas as exigências e normas de qualidade do segmento. Atualmente, possui capacidade de produção de 220 milhões de litros por ano, somadas as três unidades fabris, sendo duas localizadas no estado do Ceará (em Maracanaú e Acarape) e uma em Pernambuco (Jaboatão dos Guararapes), além de um centro de distribuição no estado de São Paulo (Guarulhos). Para saber mais, acesse aqui.
